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Chris Brown é processado por incentivar e auxiliar estupro de mulher durante festa na casa do rapper

O rapper Chris Brown está sendo processado por incentivar e auxiliar o estupro de uma mulher durante uma festa na casa do artista.

O caso teria acontecido em fevereiro de 2017, afirmou nesta quarta-feira (9) Gloria Allred, advogada da vítima, que preferiu não se identificar na ação judicial.

Especialista em casos relacionados aos direitos da mulher, Allred afirmou em coletiva de imprensa nesta quarta que esse “é um dos casos mais horríveis de agressão sexual” que já viu, dizendo ainda que sua cliente está severamente traumatizada pelo que passou.

Como aconteceu

A advogada não compartilhou detalhes do caso durante a entrevista, segundo ela, por conta da natureza delicada dos fatos.

No entanto, o site da revista “Billboard” (e outros veículos da imprensa internacional) teve acesso ao documento da ação judicial contra Chris Brown, que diz o seguinte:

– A vítima compareceu a um show de Chris Brown em West Hollywood, em Los Angeles (EUA). Depois, foi convidada para uma festa no estúdio de gravação em que Brown e o rapper Young Lo, cujo nome real é Lowell Grissom Jr., trabalhavam. Seu celular foi tomado na porta do local.

– Ela diz que então foi coagida a ir até a casa de Chris Brown para recuperar seu smartphone. Lá, álcool e drogas ilícitas como cocaína, ecstasy e maconha foram distribuídos. O próprio Brown teria dado uma pílula com um pó branco a cada convidada mulher, instruindo que elas fossem ingeridas. A vítima diz que não tomou a pílula e que se isolou na casa
No entanto, Brown, Grissom e uma amiga dos dois intimidaram as visitantes a fazer sexo com os músicos. O trio atraiu a vítima e outras mulheres para um quarto e bloqueou com um sofá a saída de quem não se dispôs voluntariamente ao ato.

– Música alta e pornografia foram ligados para “acobertar o barulho de qualquer resistência”, segundo o documento, e “criar um ambiente hiperssexualizado no quarto fechado”.

– A vítima se recusou a tirar a roupa e deixou claro que não queria participar. Mesmo assim, foi forçada a fazer sexo oral em Grissom e na amiga dos músicos dentro do quarto. Depois, foi estuprada duas vezes por Grissom em outros cômodos da casa antes de ser liberada.

De acordo com a advogada Gloria Allred, sua cliente entrou com o processo “porque ela quer justiça para ela, mas também porque quer alertar outras jovens mulheres do perigo em potencial que é ter seus celulares apreendidos e ir até a casa de Chris Brown“.

Procurado pela “Billboard”, Chris Brown não comentou o caso até o momento.

Via: G1

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